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quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Resolução....

'Eu faço minhas coisas,e você faz as suas.
Eu não estou neste mundo para viver as suas expectativas.
E você não está neste mundo para viver as minhas.
Você é você, e eu sou eu.
E, se por acaso, nós nos encontrarmos, será ótimo.
Se não, nada se pode fazer.'

Frederick Perls- Oração da Gestalt

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

quase um hino...

Adeildo Vieira - Carapuça (a Quem Interessar Possa)


Tô na minha casa
Tô na minha vida
Tô na minha sala (eu e minha gente)
Mas tô com meu sossego desassossegado que dá dó
Minha paciência impaciente, porque você está aqui
Sai da minha casa, larga a minha vida
Minhas pernas não querem andar pra trás
Desocupa a minha sala e devolve o meu juízo
Larga o meu timão prá eu navegar em paz
Sai da minha frente, esquece a minha gente
Meu povo sabe com quem vai ficar junto
Larga do teu papo, a gente é cabeça feita
Pra nós não há sentido nesse teu assunto
Pois teu norte é meus desnorte
Meu azar é tua sorte
Minha gente sem você fica contente
To moras pra outra rua
Tua rua é em outro canto
Lá você dá gargalhada e eu sou pranto
Meu olhar é tua cegueira
Meu olfato a ti não cheira
Meu tormento te alegra o pensamento
Tu ficar pra tua banda, juro não sair da minha
Cada qual segue o seu rumo, sua linha

serviu?

segunda-feira, 13 de agosto de 2007




Pearl Jam - Black



Hey...oooh...
Sheets of empty canvas,
Untouched sheets of clay...
Were laid spread out before me
As her body once did.
Oh all five horizons
Revolved around her soul
As the earth to the sun
Now the air I tasted and breathed
Has taken a turn
Oh and all I taught her was everything
Oh I know she gave me all that she wore
And now my bitter hands
Chafe beneath the clouds
Of what was everything?
All the pictures have
All been washed in black,
Tattooed everything
I take a walk outside
I'm surrounded by some kids at play
I can feel their laughter so why do I sear?
Oh and twisted thoughts that spin 'round my head
I'm spinning, oh, I'm spinning
How quick the sun can drop away
And now my bitter hands cradle broken glass
Of what was everything?
All the pictures have, all been washed in black,
tattooed everything...
All the love gone bad
Turned my world to black
Tattooed all I see, all that I am, all I'll
be...yeah...
I hope someday you'll have a beautiful life,
I know you'll be star,
In somebody else's sky,
But why, why, why
Can't it be, oh can't it be mine?



Can you be.... ?

sábado, 11 de agosto de 2007

...e vc nem sabe....



AMOR PLATONICO ,vem de Platão, porque ja dizia o filosofo "aquele que nunca se concretiza"."Platônico", vem de Platão, justamente porque o filosofo acreditava q no mundo das idéias existiam almas que já haviam passado por um outro plano, e que eram dotadas de inteligência, e por isso estavam lá, pela capacidade, e aprendizado que adotara no mundo anterior, depois do mundo das idéias viriam para o plano terrestre já preparadas para habita-lo, "seria derramadas ao corpo do feto em seu nascimento a "alma" q veio do mundo das idéias, inclusive, acreditava tbm, q a terra era um preparo para um mundo além do nosso, ele acreditava no crescimento espiritual, enfim, no mundo das idéias apenas a alma é eterna, a alma poderia até voltar ao mundo das idéias se na terra não mostrasse.o que aprendeu enquanto habitava o mundo das idéias"


Amor platônico, na acepção moderna, é toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos heterossexuais de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre homem e mulher.O amor platônico é um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Reveste-se de fantasias e de idealização. O objeto do amor é o ser perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Parece que o amor platônico distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.
Para um amor platonico nada como uma...

terça-feira, 31 de julho de 2007

quando você voltar....




Vai, se voce precisa ir
Nao quero mais brigar
Essa noite, nossas acusacões infantis
E palavras mordazes que machucam tanto
Nao vao levar à nada como sempre.
Vai, clareia um pouco a cabeca
Ja que voce nao quer conversar.
Ja brigamos tanto, mas nao vale a pena
Vou ficar aqui
Com um bom livro ou com a tv
Sei que existe alguma coisa incomodando voce
Meu amor, cuidado na estrada
E quando voce voltar
Tranque o portao
Feche as janelas
Apague a luz

E saiba que te amo ...

quinta-feira, 26 de julho de 2007




Lembranças de morrer....




Quando em meu peito rebentar-se a fibra,
Que o espírito enlaça à dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lágrima
Em pálpebra demente,


E nem desfolhem na matéria impura
A flor do vale que adormece ao vento:
Não quero que uma nota de alegria
Se cale por meu triste passamento.
Eu deixo a vida como deixa o tédio
Do deserto, o poento caminheiro -
Como as horas de um longo pesadelo
Que se desfaz ao dobre de um sineiro;

Como o desterro de minh'alma errante,
Onde o fogo insensato a consumia:
Só levo uma saudade - é desses tempos
Que amorosa ilusão embelecia.


Só levo uma saudade - é dessas sombras
Que eu sentia velar nas noites minhas ...
De ti, ó minha mãe! pobre coitada
Que por minha tristeza te definhas!


De meu pai... de meus únicos amigos,
Poucos - bem poucos - e que não zombavam
Quando, em noites de febre endoudecido,
Minhas pálidas crenças duvidavam.


Se uma lágrima as pálpebras me inunda,
Se um suspiro nos seios treme ainda,
É pela virgem que sonhei... que nunca
Aos lábios me encostou a face linda!


Só tu à mocidade sonhadora
Do pálido poeta destes flores...
Se viveu, foi por ti! e de esperança
De na vida gozar dos teus amores.


Beijarei a verdade santa e nua,
Verei cristalizar-se o sonho amigo ...
Ó minha virgem dos errantes sonhos,
Filha do céu, eu vou amar contigo!


Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
Foi poeta - sonhou - e amou na vida.


Sombras do vale, noites da montanha
Que minha alma cantou e amava tanto,
Protegei o meu corpo abandonado,
E no silêncio derramai-lhe canto


Mas quando preludia ave d'aurora
E quando à meia-noite o céu repousa,
Arvoredos do bosque, abri os ramos.
Deixai a lua pratear-me a lousa!





Álvares de Azevedo