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domingo, 6 de julho de 2008

Biiiiitch!


Quero mais é que você saiba que eu to pouco me fudendo pra esse seu espírito de porco, suas artimanhas, sua pequenez de sentimentos.
Sabe, tu não passas de um projeto mal acabado, alguém que ainda não se achou e costuma posar de avental e aquarela em mãos julgando-se artista.
Que grande sujeira... que alma fútil, vil, biltre!
Mas não se alegre com minhas palavras...Você não me incomoda... Não, em definitivo! Aliás, você me acalma!
Sua imensa lista de qualidades deploráveis só me faz perceber o quanto existem pessoas boas, pois basta não ter no cérebro metade do que tu praticas, que já pode ser considerado digno de viver em sociedade.


[Adoraria que você visse meu sorriso sarcástico!]

sábado, 5 de julho de 2008

Indagações despretensiosas


- Como estás?
- Fudida!
-Poxa, logo vc?
- Poupe-me. Já me fiz a mesma pergunta, pouco mais de duzentas vezes.

Preencher lacunas...


Em um processo de metamorfose, é imprescindível que espaços sejam tomados, para que resquícios de um passado próximo não teimem em invadir a superfície porosa dos desejos desfeitos.
Caminhos são delineados nesta busca incessante por um novo brilho e um leque de possibilidades torna claros uma infinidade de sentidos opacos.


[É o mais difícil, mas é para ele que o Norte aponta.]

♪ E o que eu era, não sou mais... ♪



Sempre que paro para ler-te espero algo meu naqueles escritos. Assim, de alguma forma, me sentiria parte de uma história que já não é mais minha.
Continuo a procurar, esmiuçando cada detalhe, comparando, relembrando e não... eu não estou mais lá.
Meu lugar não existe mais; outras pessoas ocupam o espaço que um dia abrigou nossas risadas, brigas, saudades, gostos, indefinições...
Odeio perceber que, por mais que eu nao queira, você ainda está aqui e permanecerá por mais tempo que o planejado.
A sensação de vazio se perpetua, o silêncio já não é mais doce, já não há mais qualquer prazer na melancolia.


[O que sobrou de nós?]

sexta-feira, 23 de maio de 2008


Que vontade de pôr no papel tudo que sentes.
Toda essa avalanche de sensações, motivos, insônia, vontades, necessidades, instintos... alma!
Tentativas incomensuráveis de tornar reais todas as expectativas, de se despir das máscaras, de viver livre e mostrar quem realmente és.

Que vontade de viver uma nova vida.
Inúmeras vezes tentaste. E agora? Sabe-se lá. Insistir pode não ser a idéia mais acertada.

Que vontade de ser livre.
Em pensar que talvez seja imutável... inalterável.


[intangível ou intáctil?]






"Te adoro e você vem comigo aonde quer que eu voe"

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Incontrolável


Anoitece...


Anoitece.
vejo-te...ali luz crepuscular
mergulhando na alma do rio.
Tu, chama de pecado, quase incêndio,
mergulhando no rio de minh'alma.


Eu,
árvore que não se fez lenha,
queimando-se por inteiro, ou quase,
nas aflições de sonhos reprimidos.


Agora,
a chuva cai, tímida, ressentida.
dentro de mim
a brasa corusca, luze, cresce, esmaece,
apaga, assume a cinza do nada.
No ocaso, o sol agonizando,
a tarde morrendo,
a vida silenciando,
a noite acontecendo.


A chuva estanca, pára,
a lua aparece, acontece,
desce o luar
sobre os muros quietos.
a existência é uma velha saudade
de velhos casarões.
tu, incêndio, realidade, alvoroço.
Eu, um passado sem regresso.
Não deve haver pecado após a morte.
(Claudius Hermann)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Promessas




Pára de falar mãe,
Todo som e letras se tornaram trêmulos!
Todo meu desvario e coma se inflamaram,culpa dos copos,
libertaram-me da alcova!
Mas o copo de vinho esborrava teu rosto como reflexo.


Dizia que meu instinto brilhava teu nome,
era meu compromisso!arrependi-me de ter calçado o teu sentimento,
Foi apenas vodka, portanto,
quero tanto te beijar, toda angústia inebriante grita teu nome.(...)




(Claudius Hermann)